EI DIZ TER DECAPITADO O BRITÂNICO DAVID HAINES

BAGDÁ - Jihadistas do Estado Islâmico divulgaram um vídeo que supostamente mostra a decapitação do britânico David Haines. Nas últimas semanas dois jornalistas americanos , James Foley e Steven Sotloff, foram decapitados pelos jihadistas. Haines, um escocês de 44 anos pai de dois filhos, foi sequestrado enquanto trabalhava para a agência francesa de ajuda ao desenvolvimento ACTED.

No vídeo, chamado de “Uma mensagem aos aliados da américa” os jihadistas mostram um outro refém e afirmam que ele também será morto caso o Reino Unido não desista de sua ofensiva contra o EI. No vídeo, o algoz diz ainda que David Cameron, o premier britânico, segue os mesmos passos de seu antecessor Tony Blair, aliado de George W. Bush na invasão do Iraque em 2003, por não ter coragem de “dizer não aos EUA”. Em uma mensagem no Twitter, Cameron lamentou a morte: “O assassinato de David Haines é um ato de pura maldade. Meu coração fica com sua família que mostrou coragem e firmeza extraordinárias"
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Na semana passada, Barack Obama lançou uma estratégia para “degradar e destruir” o EI. Além de ataques aéreos, a eliminação do EI proposta pelos EUA deve precisar também de soldados para retomar os territórios. As tropas, porém, seriam de aliados da região.

Enquanto a coalização não se forma, os ataques aéreos iraquianos e americanos atingem a dias posições jihadistas no Norte do Iraque.

Mas ontem, horas antes da divulgação do vídeo, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, ordenou a paralisação dos ataques aéreos contra jihadistas no Norte do país afirmando ser necessário preservar vidas dos civis na área. A declaração do político xiita foi vista como uma medida para ganhar apoio dos sunitas do Iraque, que há alguns meses receberam sem muita resistência os militantes do Estado Islâmico, mas que agora sofrem com as batalhas travadas contra os extremistas.

Tribos sunitas haviam pedido uma suspensão dos ataques em áreas civis como uma das condições para se aliarem a Abadi na luta contra o EI. O premier foi apontado no mês passado com a missão de fazer um governo de coalizão no Iraque e pôr fim a escalada de violência sectária no país.






EGITO DEFENDE AÇÃO GLOBAL

“Ordenei à Força Aérea Iraquiana que pare o bombardeio em áreas civis, mesmo em cidades controladas pelo Isis”, escreveu Abadi, se referindo ao grupo por seu antigo nome.

Abadi afirmou que sua decisão de suspender os atques foi tomada após reunião com o secretário de Estado americano, John Kerry. Após sair de Bagdá, Kerry foi ao Egito pedir apoio do país na luta contra o EI.

Washington e Cairo se distanciaram desde que Abdel Fatah el-Sisi, atual presidente, deu um golpe militar com forte apoio popular contra o primeiro presidente democraticamente eleito do Egito, Mohamed Mursi.


Fonte. oglobo.com
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